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23.4.08

“Abraça a tua loucura antes que seja tarde demais”



Triângulo das águas é o título do livro, três contos maravilhosos o compõem. Dos três, tenho uma inexplicável predileção pelo segundo: “O marinheiro”... Uma obra fantástica de Caio Fernando Abreu!!! Não à toa, o título do conto remete ao drama estático homônimo de Fernando Pessoa. Aliás, a própria epígrafe é um excerto da obra pessoana:

Vede, vede, é dia já... Vede o dia... Fazei tudo por reparardes só no dia, no dia real, ali fora... Vede-o, vede-o... Ele consola... Não penseis, não olheis para o que pensais... Vede-o a vir, o dia... Ele brilha como ouro, numa terra de prata. As leves nuvens arredondam-se à medida que se colorem... Se nada existisse, minhas irmãs?... Se tudo fosse, de qualquer modo, absolutamente coisa nenhuma?


A presença de tal epígrafe cria imagens que irão prenunciar toda a narrativa do conto. Fernando Pessoa, de certa forma, vai ajudar na atmosfera que mescla ilusão e realidade no conto. Ao citar esse trecho do poema dramático de Pessoa, Caio Fernando Abreu nos leva a fazer indagações sobre o valor da existência, sobre as dúvidas e medos que surgem durante a noite em que três mulheres velam um corpo. Esses questionamentos todos parecem voltar-se para os limites entre real e imaginário e para o restinho de esperança que normalmente acompanha o “amanhecer” das pessoas que têm a coragem de assumir e percorrer suas limitações. Escrito no início do século, O marinheiro deveria ser a obra que introduziria o Teatro Estático de Fernando Pessoa. No entanto, o autor faleceu sem ver realizado o seu intento. O Teatro Estático, considerado por muitos como um anti-teatro, não sobreviveu e O marinheiro ficou relegado à condição de poema dramático. Três mulheres velam uma morta. Enquanto esperam o dia amanhecer, idealizam a figura de um marinheiro. Quem seria a morta? As próprias veladoras? E quem seriam elas? Seriam três ou somente uma, repartida em várias personalidades? E o Marinheiro? Seria memória, sonho ou realidade? Seria homem ou Deus? O poema de Pessoa trata do absurdo da condição humana; das dúvidas que todos nós temos. "Sabemos nós de qualquer coisa? Há alguma razão para as coisas serem o que são?" Estas e outras perguntas estão eternamente sem respostas. Sem tempo ou lugar definido, o texto pessoano explora uma situação estática. É a história de um ser que por cuidado, acomodação ou medo, passou pela vida sem tê-la vivido. Esperou por um destino que não aconteceu, que nunca se realizou e agora está frente a frente com seus medos e desejos. Suas vidas presentes, passadas e futuras se misturam, se fundem e confundem. O marinheiro é um exercício de liberdade da mente, de libertação das crenças que nos foram impostas. É um texto que deve ser lido como uma busca pela liberdade, pelo direito de cada pessoa poder viver sua própria vida. O poema de Pessoa parece caminhar para lugar nenhum, para a não-ação, para onde nada nunca acontece e tudo é sempre a mesma coisa. Segue-se então uma busca desesperada das personagens por um sentido para as suas existências, o que, em si, é a própria essência de toda a obra pessoana.
No conto de Caio Fernando Abreu, entretanto, as três irmãs são substituídas, ou melhor, condensadas num único personagem. O protagonista do conto, no entanto, embora do sexo masculino, tem a feminilidade das irmãs do poema pessoano: assemelha-se muito, assim como elas, à figura de Penélope – a esposa de Ulisses. Exatamente como uma Penélope, o protagonista enclausura-se à espera de seu navegante, de seu marinheiro, fechando para as outras possibilidades amorosas; ambos entregando-se, inclusive, aos trabalhos manuais como forma de escapar ao mundo. O protagonista do conto de Caio Fernando Abreu passa o tempo inteiro fechado em casa, sem a noção exata do tempo, remoendo memórias e perseguido por imagens que o angustiam. Antes da chegada do Marinheiro, é freqüente a presença de vários símbolos que remetem a noções de proteção, de isolamento, de vazio e de trevas. O protagonista encontra-se em seu espaço muito particular, seu microcosmo, que é a sua casa. Casa essa que é descrita como “um pequeno sobrado com poucas vidraças, numa ruazinha toda feita de sobrados pequenos apertados entre outros sobrados pequenos, portanto, não há muitas vidraças, já que os dois lados estão inteiramente comprimidos entre duas outras casas”. Esse cenário, aliás, é mais eloqüente do que os personagens. A casa parece manipular seu habitante. É como se o protagonista não passasse de uma marionete dentro daqueles espaços claustrofóbicos e apertados demais para suas angústias. E é justamente nesse sentido, que o protagonista do conto de Caio Fernando Abreu, se assemelha às irmãs do poema de Pessoa e à figura de Penélope: a sua feminilidade se verifica justamente no que diz respeito ao enclausuramento e à espera do outro. Roland Barthes, em seu Fragmentos de um discurso amoroso, diz o seguinte sobre a ausência:

“... só há ausência do outro: é o outro que parte, sou eu que fico. O outro vive em eterno estado de partida, de viagem; ele é, por vocação, migrador, quanto a mim, que amo, sou por vocação inversa, sedentário, imóvel, disponível, à espera, fincado no lugar, não resgatado como um embrulho num canto qualquer da estação. A ausência amorosa só tem um sentido, e só pode ser dita a partir de quem fica – e não de quem parte: eu, sempre presente, só se constitui diante de você, sempre ausente. Dizer a ausência é, de início, estabelecer que o sujeito e o outro não podem trocar de lugar...
(...)
Historicamente, o discurso da ausência é sustentado pela Mulher: a Mulher é sedentária, o Homem é caçador, viajante; a Mulher é fiel (ela espera), o Homem é conquistador (navega e aborda). É a Mulher que dá forma à ausência: ela tece e ela canta; (...) De onde resulta que todo Homem que fala a ausência do outro, feminino se declara: esse Homem que espera e sofre, está milagrosamente feminizado. Um homem não é feminizado por ser invertido sexualmente, mas por estar apaixonado.”


O protagonista do conto, então, entrega-se definitivamente ao seu lado “feminizado”. Como Penélope a tecer seu eterno tapete, entrega-se aos trabalhos manuais como forma de evitar as memórias e as insurgências de sua mente:

“Descobri faz algum tempo que as mãos se opõem à cabeça, e quando você movimenta aquelas, esta pode parar. Não sei se é uma grande descoberta, talvez não, mas de qualquer forma gosto quando a cabeça pára o maior tempo possível, caso contrário enche-se de temores, suspeitas, desejos, memórias e todas essas inutilidades que as cabeças guardam para deixar vir à tona quando as mãos estão desocupadas. Ocupo-as então, fazendo coisas que depois disponho pelos cantos.”


Esses “temores, suspeitas, desejos, memórias” percebem-se na dificuldade de o protagonista lidar não apenas com seus interiores, mas também com os interiores da casa. No andar superior, há dois quartos: um do protagonista; o outro, um espaço completamente vazio. Ele tem dificuldades de penetrar neste segundo quarto, preferindo deixá-lo inabitado. O quarto se encontra assim desde a partida de um alguém especial na vida do protagonista, que levou consigo boa parte da sua energia e da sua força vital, deixando-o naquela vida feita de ausências. Esse vazio, que reflete seu interior, é também o da falta de disfarces, uma amostra das reais rachaduras, do desgaste que o protagonista sofreu:

“Eu poderia pensar que a partir de então conseguiria entrar naquele quarto, vedar as rachaduras das paredes, pintar meticulosamente os vidros, enchê-los de trapos e papéis e palha e cascas e flores secas, como as outras peças da casa, acabando com seu deserto. Me ocorre, essa é outra coisa que poderia dizer de mim mesmo, quisesse ser preciso – além de cinza e longo -, tenho um quarto vazio por dentro. Pensando nisso, poderia quem sabe me sentir mais inteiro, como se à medida que fosse me apropriando de cada peça da casa, uma por uma, como quem finca uma bandeira em território novo, me tornasse também dono de novos territórios de mim mesmo. Mas não sei se saberia o que fazer com essa inteireza, possivelmente não me sentiria mais feliz com isso. Então para quê?”


O quarto configura-se, assim, na representação da perda de si mesmo, resultante da perda do outro; da perda de seus ideais, de sua energia interior. Em sua nudez, o quarto revela-se infinito, mas infinito enquanto perda, não enquanto infinito que permitisse uma liberdade. A memória dessa perda e a sensação de incompletude reforçam as inquietações do protagonista, a angústia que ele sente diante das imagens que surgem de sua mente:

“Eu não queria mais ter esperanças, essa coisa gentil. Isso que chamo de minha vida, ou o que restava dela, e não deveria ser muito porque o passeio dos dedos pelo rosto revela os sulcos cada vez mais fundos, estava creio que deliberadamente reduzido àquele subir e descer escadas, mexer nas tintas, recortar papéis, pintar vidraças, enfiar contas, caminhar às vezes pelas ruas esvaziadas de gentes tarde da noite. Eu tinha escolhido assim, num remoto dia qualquer em que deixei de acreditar, não lembraria quando, e isso era para sempre – tanto quanto pode ser para sempre o que por estar vivo tem um coração que bate mas, imprevisto e fatal, um dia deixará de bater. Por não querer mais depositar esperanças em nada que pudesse vir de fora, já que de dentro nada mais viria, estava certo, além dessas imagens assustadoras da memória...”


A inquietude do protagonista torna-se tanto maior quanto mais evidente é sua preocupação em sufocar seus gritos. Pensar e olhar não são as únicas ações ausentes no seu universo. Ele vive num mundo de silêncios, onde todos os ruídos foram eliminados, inclusive o som das palavras:

“Foi justamente para não gritar – acabo sempre fazendo coisas para não gritar, como contar esta história -, já que o grito faria ruído e o ruído abalaria os vizinhos, esses mesmos que entram e saem, e com isso, se soubessem de mim que sou cinza e longo, e possivelmente sabem, pois deve ser justamente essa a silhueta que vêem através das vidraças, que tenho um quarto vazio, isso não descobririam, desde que jamais entrarão em minha casa, saberiam também que dou gritos em horas inesperadas.”


É interessante observar que esse “contar esta história” a que o protagonista se refere é uma espécie de renascimento proporcionado por algo que mudou essa rotina de solidão e ausência:

“Contar é desemaranhar aos poucos, como quem retira um feto de entre as vísceras e placentas, lavando-o depois do sangue, das secreções, para que se torne preciso, definido, inconfundível como uma pequena pessoa. O que conto agora é uma pequena pessoa, tentando nascer.”


E justamente nesse ponto percebemos os sinais de mudança e regeneração na alma do protagonista. Desde as primeiras palavras do conto, ficamos sabendo que ele está relatando um encontro ocorrido num sábado qualquer de um mês de novembro. Esse encontro poderia assemelhar-se aos outros encontros que ele teve, com aqueles que se foram, que o abandonaram e que ele chama de os antigos. Esse novo encontro, no entanto, é o motivo do conto, o Marinheiro que chega para efetuar a mudança necessária no protagonista. Esse encontro diferencia-se por ocorrer em novembro, enquanto todos os demais foram em agosto. Agosto, além de carregar todo um sentido negativo para a maioria das pessoas, é também o mês que fecha o inverno no hemisfério sul. Um período marcado pelo frio, pela chuva, pela dificuldade de deslocamento, pelas noites longas, próprias para a clausura, o isolamento e a estagnação. Já o mês de novembro, além de estar inserido na primavera – período de renascimento, segundo quase todas as mitologias – é também o mês do Escorpião no Zodíaco, que é regido por Plutão, associado com a oitava casa zodiacal. O signo de Escorpião está intimamente relacionado com as forças das profundezas, com energias submersas que impulsionam os processos de destruição, enquanto condição necessária à regeneração. A morte ligada a esse signo está associada ao renascer, pois permite o surgimento de uma nova existência, sem as marcas e as lembranças ruins da anterior. E é nesse sentido que o personagem do Marinheiro funciona no conto. Ele resgata o protagonista para novos amores, para novas experiências:

“Talvez num novo outro, o outro antigo voltará.
Foi assim que me veio – cobra, ave – na tarde de novembro. Mas ao invés dessas imagens ou de outras, que também vêm às vezes, o que chegou junto com as palavras claras como se ditadas por alguém visível, tangível, solto dentro de casa, foi um cheiro a princípio sem nome. Um cheiro grosso, nem bom nem mau, um cheiro vivo de coisa em constante movimento, um cheiro vivo de coisa grande viva cheia de miúdas infinidades de outras coisas também vivas dentro dela. Custei a reconhecê-lo, há muito tempo não o vejo, e é mais difícil talvez identificar um cheiro ou um gosto de algo distante do que uma imagem.
(...)
Era um cheiro de mar, reconheci por fim.
Talvez num novo outro, o outro antigo voltará. Junto com as palavras claras vinha um cheiro vivo de mar. Parado ali no chão, eu sentia que dentro de mim alguma coisa nova estava nascendo. Ou pressagiava o que viria também de fora e seria completo, pois são completas as coisas quando acontecem depois de anunciadas por dentro, criando um estado capaz de receber o que virá de fora. Como um telegrama, um telefonema, um aviso qualquer previamente anunciando a chegada, para que se possa arrumar a casa, tirar a poeira dos cantos, preparar a cama, trocar lençóis, limpar pratos, poltronas, recebendo o hóspede ao mesmo tempo desejado e inevitável.
(...)
O cheiro de mar era tão intenso que pensei em abrir a janela para que o ar circulasse melhor (...). Foi quando levei as mãos à parte de baixo da guilhotina para erguê-la, que eu o vi dobrando a esquina para aproximar-se da casa.
(...)
As mãos nos bolsos, vestido de branco, o marinheiro dobrava lentamente a esquina da rua, como se não se importasse com a chuva.
(...)
O cheiro de mar tornou-se mais forte quando ouvi as primeiras batidas. Contraí os olhos feridos pelo ar subitamente mais salgado. Com as duas mãos espalmadas contra o vidro, eu estava suspenso entre algo que começava a fechar-se e algo que terminava de abrir-se. As batidas continuavam. Eu precisava fazer alguma coisa, talvez descer as escadas, abrir a porta, deixar que entrasse. Ao fazer qualquer uma dessas coisas teria de aceitar que algo se fechara, e abrir a porta para que o marinheiro entrasse seria também permitir que esse outro algo terminasse de abrir-se, me levando para um caminho imprevisto.
(...)
Quase cego pelo verde do mar, pelo cristal branco da areia, pelo azul do céu que acabara de ver, pela transparência do ar, estendi a mão, dei a volta na chave e abri a porta.

– Abraça tua loucura antes que seja tarde demais - ele disse, e seus olhos tinham a cor do mar.”


Vontade dá de transcrever o conto todo, de tão belo que ele é. Mas, além de ser impossível por conta de sua extensão, isso não seria justo com os leitores deste blog. Melhor seria (e isso, mais do que uma dica ou um conselho, é uma exortação) dedicar-se à leitura não só desse conto, mas também dos outros dois que compõem o livro Triângulo das águas. Esse conto, em particular, muito me toca. Vejo-me nele todo vez que o releio. Aliás, Caio Fernando Abreu sempre me tocou muito profundamente. Ele é um “biógrafo da emoção”, como ele mesmo se definiu um dia em entrevista. Tenho uma inveja doida da sua escritura. Queria eu escrever como ele escrevia, queria eu dominar a palavra como ele dominava, queria eu ter a compreensão da vida como ele a tinha, construir personagens densos como ele sabia construir. Apaixonei-me por Caio Fernando Abreu à primeira leitura, ainda adolescente com Morangos mofados. Depois viriam O ovo apunhalado, Triângulo das águas, Os dragões não conhecem o paraíso e Onde andará Dulce Veiga? Falta-me muita coisa dele ainda por ler. Seus contos, romances, crônicas e novelas encantam sempre – ele que foi considerado um "fotógrafo da fragmentação contemporânea". Nascido em Santiago, Rio Grande do Sul, em 12 de setembro de 1948, cursou Letras e Artes Cênicas na UFRS, mas abandonou ambos para escrever para revistas de entretenimento, como Nova, Manchete, Veja e Pop. Em 1968, foi perseguido pelo DOPS, e acabou se refugiando no sítio da escritora Hilda Hilst, em Campinas. No início dos anos 70, exilou-se por um ano na Europa, passando por países como Inglaterra, Suécia, França, Países Baixos e Espanha. Em 1983, mudou-se de Porto Alegre para o Rio de Janeiro e, em 1985, para São Paulo. Voltou à França em 1994 mas retornou ao Brasil no mesmo ano, ao descobrir-se portador do vírus HIV. Em setembro desse ano, retornou a Porto Alegre, onde voltou a viver com seus pais. Passou a cuidar de roseiras e girassóis, encontrando um sentido mais delicado para a vida. Foi internado no Hospital Menino Deus, onde faleceu no dia 25 de fevereiro de 1996.

Encerro esta longa postagem (talvez uma das mais longas deste blog) fazendo aqui minha homenagem tanto ao Pessoa quanto ao Caio. Também eu fiz minha releitura d’O marinheiro. Obviamente que, nem de longe, pode ser comparada à obra desses dois grandes escritores. Mas, guardadas as devidas proporções, assemelha-se ao conto do Caio no que este apresenta de possível esperança no final. A figura do marinheiro parece traduzir esse convite à navegação, à transcendência dos limites, à busca do conhecimento e da evolução. Em quase todas as obras literárias em que há a figura do marinheiro, ou a ele se faz referência, parece haver a necessidade de se romperem totalmente os limites do plano circundante, de um universo escuro, isolado e vazio. Segundo o grande mitologista Junito Brandão, “fazer-se ao mar a fim de saber mais do que se sabe é um delicado eufemismo para traduzir a morte”. Mas morte entendida no sentido de um novo ciclo que se inicia; um tempo de desfazer-se das amarras, da escuridão e das falsas proteções.




O MARINHEIRO

Os medos do mundo são tantos.
Esperar. Retornar. Descansar.
As horas passando...
a água passando...
as gentes passando...

Escorrego entre os corpos...
Conheço essas pessoas...
Não vejo suas caras
nomes
famílias.
Não vejo as bocas. Emudeceram.
Digo que do outro lado
a vida nos espera.

Estejamos vivos para ela!

Fugir daqui. Fugir pro mar.
Ganhar o mundo.
Navios em cruzeiro
um pássaro cantando
um jogo de futebol
um discurso empolgado
um par de coxas
uma garrafa de vinho
pão e aurora surgindo
um ar de sedução e gozo
no pasto verde
na grama verde.
Nada temos senão esse lugar comum!...

A vida berra louca
pelos quatro cantos
e nos pede um beijo
(um beijo, uma carícia,
um golpe de amor...
ainda é o maior consolo do homem).

(Edmilson BORRET)

2 comentários:

André Luis disse...

Olá.
Gostei das tuas palavras(li alguns trechos das postagens), da tua maneira de escrever - ao começar a ler, perguntei-me a tua formação, para, logo a seguir, ler que és Professor(gosto desta palavra com P maiúsculo devido a importância que ela carrega).
Vim parar aqui, neste blog, por causa do link que existe no blog do meu amigo, Diego Cavaleiro, e acabei ganhando um tempo com isso(em vez de gastando, que, ao meu ver, tem um sentido não muito bom!).
Gostaria de agradecer-lhe, pois, num dos posts mais abaixo, li sobre amadurecimento de quem deseja escrever e gostei da dica, inclusive de leitura. Tenho organizado umas idéias, porém considero-me inexperiente, tanto na área literária quanto no conhecimento de minha maravilhosa Língua Portuguesa(sou um mero estudante de Letras - Português/Latim, primeiro período, UFRJ).
Bem, acabei me excedendo no comentário. Realmente gostei do blog, voltarei para lê-lo, até considerares a opção de publicares teus manuscritos.
Abraço.

...AMORE... disse...

AMEIIIIIIIIIIII!!! QUE COISA MAIS LINDA
EU TENHO UM BLOG ONDE POSTO TUDO QUE EU VEJO EM BLOG E PELA NET QUE ME EMOCIONA, E REALMENTE AS SUAS PALAVRAS SAO TOCANTES...SE VCE NAO QUISER QUE EU POSTE, PODE ME AVISAR QUE EU RETIRAREI.
MUITO OBRIGADA E UM GRANDE ABRAÇO

SILVANA

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